No Lucro Presumido, faturar mais não significa necessariamente ter uma operação tributariamente eficiente. Margem, atividade, receitas, folha e estrutura empresarial precisam ser analisadas para entender os impactos dos tributos sobre o negócio.
Estar no Lucro Presumido não significa que ele seja sempre a melhor escolha
O Lucro Presumido utiliza percentuais definidos pela legislação para determinar a base de cálculo de determinados tributos.
Na prática, isso significa que a tributação nem sempre acompanha exatamente o lucro efetivamente obtido pela empresa.
Por isso, analisar apenas as alíquotas pode levar a uma visão incompleta.
É importante considerar faturamento, atividade, margens, despesas, folha de pagamento e características da operação para entender se a estrutura tributária continua adequada ao negócio.
O que merece atenção
Margem real da empresa
A diferença entre a margem presumida pela legislação e o resultado da operação pode ser relevante para a análise tributária.
PIS e COFINS
A forma de apuração desses tributos deve ser considerada na avaliação do impacto tributário da operação.
IRPJ e CSLL
Faturamento, atividade e regras aplicáveis interferem diretamente na formação da base tributável.
Obrigações fiscais e contábeis
Uma operação organizada reduz riscos, inconsistências e problemas no cumprimento das exigências legais.
























Quanto a sua empresa realmente paga em tributos?
Não olhe apenas para a guia. Entenda o impacto sobre o resultado.
Quando a análise tributária acontece somente no momento da apuração dos impostos, oportunidades de planejamento podem passar despercebidas.
A CJF acompanha as informações contábeis e fiscais para proporcionar uma visão mais ampla da tributação da empresa.
O objetivo é permitir que o empresário compreenda melhor quanto os tributos representam no negócio, quais fatores impactam essa carga e quais pontos precisam ser acompanhados ao longo do ano.